EX DE ANTÔNIA FONTENELLE, JONATHAN COSTA É ESPANCADO POR SEGURANÇAS; CONFIRA O VÍDEO

Jonathan Costa ficou conhecido na mídia após seu casamento com a polêmica atriz e apresentadora Antônia Fontenelle. O casamento durou apenas 1 anos, e em seguida veio a separação. Na noite desta quinta-feira 12/10 o DJ passou por maus bocados após ser agredidos por segurança em uma casa de show onde tocava em Friburgo no Rio de Janeiro. A confusão começou quando os donos do evento pediram para que Jonathan tocasse as músicas com um volume abaixo do normal, e não dava pra alcançar quem estava lá trás.

Ele resolveu parar de tocar, mas informou que ficaria ali até o evento acabar, por respeito às pessoas que foram para evento com o intuito de vê-lo tocar. E sugeriu para as pessoas que pedissem o dinheiro do ingresso de volta. Foi exatamente nesse momento que o seguranças não aprovaram a declaração e foram tirar ele do palco e a confusão começou.

Jonathan sofreu várias agressões físicas, em seu instagram ele fez a seguinte declaração: “Vieram pra matar. Quase me mataram! Foi uma covardia! Só parou porque um policial militar chegou a tempo, me reconheceu e deu a ordem para me soltarem”. Segundo ele, se a polícia militar não estivesse por perto, teria acontecido coisa pior. Ele foi agredido na frente de quase 3 mil pessoas, e o momento foi registrado.

Confira o momento que a confusão começou e Jonathan é agredido:

Até agora, assistindo a esse vídeo, não consigo acreditar no tamanho da discriminação e violência que eu passei ontem à noite em Friburgo. Fui agredido em cima do palco, fazendo o meu trabalho! Um pai de dois filhos, que sai para trabalhar, e não sabe se volta pra casa. Assim que chegamos ao evento de ontem, os contratantes pediram para que eu tocasse num volume um pouco mais baixo, quase som ambiente – só depois eu fiquei sabendo que era porque o alvará do evento só valia até as 2h da manhã. Eram 3.000 pessoas cantando comigo, que foram ali para me ver tocar…E eu tive que parar o som porque não alcançava todo mundo e com o passar da apresentação eles iam abaixando cada vez mais. Não era a apresentação que o público esperava e nem a metade do que é show. Foi quando eu avisei ao público que iria parar de tocar, mas ficaria ali com eles até o final do horário da apresentação, em respeito a eles. Eu sugeri que, já que não teve apresentação, que eles poderiam reivindicar o valor pago no ingresso. Foi quando OS SEGURANÇAS vieram com muita violência para cima de mim e da minha equipe, vieram pra matar. Quase me mataram! O público começou a gritar “Não à agressão”, a jogar gelo nos homens que me agrediam e minha equipe e alguns até subiram no palco para tentar me defender. Foi uma covardia! Só parou porque um policial militar chegou a tempo, me reconheceu e deu a ordem para me soltarem. Se a polícia militar não estivesse na redondeza para efetuar o mandado do alvará de som, poderia ter acontecido coisa pior. Senti a morte chegar… Depois de passar por um momento tão feliz de reconhecimento internacional do nosso funk há uma semana num evento importante em Paris, tenho que passar uma situação dessa aqui no nosso país. Fui discriminado por ser FUNKEIRO. Me agrediram na frente de mais de 3.000 pessoas por eu ser DJ de FUNK. E não sei o que mais me revolta: ser agredido fazendo o meu trabalho ou ser desvalorizado no único lugar do mundo que deveria ter respeito e orgulho de sua cultura. #semviolencia #funkécultura #JonJonOBAILE

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